sexta-feira, agosto 19, 2005

Incêndios 2005


Imagem tirada do Earth Observatory da NASA.

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E a lista continua ...

quinta-feira, agosto 18, 2005

Herbáceas - III


Scabiosa atropurpurea 'Ace of Spades' (Dipsacaceae). Resistente a períodos de seca prolongada e exposição solar.

domingo, agosto 14, 2005

The Beach

sexta-feira, agosto 12, 2005

A Selva


Metrosideros excelsa, Jardim Botânico da Universidade de Lisboa


Ficus macrophylla, Jardim Botânico da Universidade de Lisboa


Jardim do Palácio Burnay, Lisboa. Arecaceae ainda não identificada, será que alguém pode ajudar?

domingo, agosto 07, 2005

Planta do mês - XVI



Roystonea oleracea - Arecaceae


Palmeira-Imperial

Palmeira tropical ou subtropical solitária, originária das Caraíbas. Tem um tronco sólido, de cor branca, atingindo mais de 20 metros de altura. Prefere solos húmidos ou pantanosos com boa exposição solar. De crescimento rápido, propaga-se por sementes.

Quando D. João, ainda Príncipe Regente, mudou a corte de Lisboa para o Rio de Janeiro em 1808, devido à iminente invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão, criou na nova capital imperial um Jardim de Aclimação, o percursor do actual Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ). Entre as primeiras plantas trazidas para o jardim, vindas das ilhas Maurícias, do Jardin La Pamplemousse estava um espécime de Palmeira-Imperial, ou como ficou conhecida, Palma Mater, plantada por D. João que a visitava regularmente para observar o seu desenvolvimento. Quando floresceu pela primeira vez em 1829, o director do Jardim, Serpa Brandão, ordenou que as sementes fossem queimadas. A Roystonegia era na altura monopólio do Rei. Os escravos colhiam-nas e vendiam-nas em segredo, levando a que tenha sido cultivada no Rio de Janeiro e um pouco por todo o Brasil. A palmeira de D. João VI sobreviveu até 1972, quando foi atingida por um raio. O JBRJ plantou no seu lugar outro exemplar a Palma Filia, germinada a partir de sementes obtidas da planta original.

Por favor poupem água!


Weir Wood Reservoir, East Sussex, Junho 2005

Será apenas 2005 um ano "excepcional", de condições atmosféricas extremas ou vai ser parte da nossa vida no futuro? Ninguém sabe. O certo é que a seca está aí, não só em Portugal, e se de momento visivelmente pouco nos afecta no nosso dia a dia, a sua persistência por anos consecutivos terá consequencias negativas. Todos temos de ajudar a poupar água.

A maneira como se pensa a paisagem vai ter que mudar. Num dos projectos de urbanização mais recentes na capital, a Alta de Lisboa, utiliza-se relva em grandes extensões, uma opção dispendiosa e que consome enormes quantidades de água, provavelmente da rede pública, preterindo plantas autóctones ou exóticas não invasoras adaptadas a climas secos, e como disse o Bioterra num comentário de um post anterior, tem uma mais valia ambiental e estética. A maior parte das espécies que compõem um relvado entram num período de dormência quando a água é escassa, como se vê nestas imagens, voltando a crescer quando as condições são favoráveis, normalmente no Outono. Ou seja, não se regando as zonas arrelvadas, são num ano "normal" em boa parte de Portugal, quatro meses de mancha amarela, com uso restricto. Um relvado de 20 metros quadrados consome em média por semana 700 litros de agua (0.7m3) quando regado artificialmente. Outro problema é o uso de herbicidas e fertilizantes químicos para efeitos de manutenção, afectando todos os que o rodeiam. O seu uso deve ser pensado de forma sustentável em espacos públicos e privados.

Herbáceas - II



Echium plantagineum (Boraginaceae), germinado em Março de 2005 a partir de sementes colhidas na Serra de S. Luís, Odemira. As abelhas e abelhões apreciam o seu néctar, sendo esta a planta mais "barulhenta" do meu (minúsculo) jardim :)

sábado, agosto 06, 2005

Agosto 2005

Cores quentes, talvez praia mais para o fim do mês ...
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